Hello everyone! Long time since my last post uh? Sorry about that, I'm in a really not easy moment actually, trying to make some choices, trying to find my way...
Anyway, I know you don't wanna know that, right? Jajaja
About the title? Well, last sunday I shared with the church about the end of this ministry. Not easy to finish something you watched growing, lived with...
Shine Style still is part of my life, I still love dancing and I learned there! I'm not gonna write anything else today, just gonna copy the letter I wrote to the church (actually I wrote but with everyone helping me). After all, a video I made a couple of years ago, hope you enjoy it (:
Com Eclesiastes 3 podemos começar a explicar um pouco da história do Shine Style, assim como toda história teve começo, meio e fim. Mas não como um fim num livro que será fechado, guardado e esquecido, mas sim como o fim de um capítulo e o começo de outro. Como o primeiro livro do Harry Potter, onde o final da Pedra Filosofal apenas abre as portas para o início da Câmara Secreta.
Pensar que tudo começou sem querer, ainda lembro que num domingo uma tal de Keyla, que também se chama Panny nos finais de semana, me perguntando se queria aprender street dance! Quem imaginaria que a partir daí seria o início de uma história incrível?
Marquinhos, Digão e Massaki pensavam em algo parecido e começaram arrastando os móveis num quarto na casa do Knhz pra ter um espaço pra treinar, mas o início de tudo foi numa tarde de sexta-feira na IMeL, onde estavam Knhz, Digão, Massaki, Panny, Espelhinho e Sayuri, que tiveram a vontade de começar um grupo de dança por diversão e passar mais tempo juntos!
Começamos nos encontrando nos sábados às 10h da manhã na IMeL Saúde, não tínhamos noção do que iríamos encontrar! Não éramos todos exatamente íntimos, mas um pouco depois nos tornaríamos irmãos inseparáveis! Tudo podia acontecer durante a semana, mas aquele momento do sábado estava separado e nada podia tirar aquele tempo de nós! A dança foi um pretexto pra estarmos juntos, fazíamos o almoço e dávamos risadas, fomos ao parque Ibirapuera andar de bicicleta e fazer piquenique, treinar le parkour e mortal. Dentro da casa do Pai sentíamo-nos em casa, cada um sentia-se acolhido e, sem perceber, acolhia o irmão. Não nos sentíamos bem porque éramos legais, mas porque o amor de Deus era refletido na vida de cada um.
Talvez as primeiras intenções das pessoas que entravam no Shine não fossem as mais certas e talvez o foco não fosse Deus! Algumas vezes a pessoa nem conhecia Deus! Ir à igreja era uma rotina ou então não era nem uma rotina, era algo inexistente! Algumas pessoas nem eram tão fãs da dança, e mesmo assim, na imensa criatividade do Pai, mudanças eram feitas de maneira especial e singular em cada vida lá presente! Os que já O conheciam, mas estavam longe, eram trazidas mais pra perto dEle e os que ainda não O conheciam eram apresentados à Ele! E Deus usava as pessoas pra isso! Ele nos usava! Amigos eram usados pra apresentar um novo amigo que valia a pena: Jesus! Olha a honra, poder ser usado na obra do Pai e fazendo algo que nós gostávamos!
Os que eram novos na fé tiveram um espaço pra conhecerem mais um pouco da boa, perfeita e agradável vontade de Deus! Tornar-se mais íntimo do Criador, poder entender mais do amor dAquele que nos amou primeiro! Conhecer pessoas que num futuro próximo seriam irmãos na caminhada, que nos levantariam se caíssemos!
Passamos por momentos de turbulência, troca de líderes e conflito de mentes pensantes. Éramos adolescentes, não queríamos que cuidassem de nós, achamos ser independentes e capazes de superar aquilo sem a mão dos adultos. Olho pra trás hoje e vejo que erramos, eu como líder na época, errei. Olho pra trás e vejo que nunca fomos cortados pela igreja, mas sempre cuidados. O amor do Pai era tão grande que pessoas que nem dançavam se levantaram para cuidar dos Seus filhos, saíram de suas zonas de conforto pra cuidar dos amados filhos de Deus! Imaginem, o que o Hugo e o Nilton estavam fazendo no meio daquele monte de adolescentes dançantes? Eu jamais poderia acreditar que aquilo fosse nos ajudar, mas ajudou! E eles não estavam lá porque eram mais crentes ou mais gospel que a gente, mas porque o Pai os colocou lá! Foi o primeiro ministério em que se envolveram dentro da Saúde, e mesmo com as muitas idades de distância, foram acolhidos!
Hoje podemos ver frutos vivos desse trabalho na comunidade, foi tempo de pessoas conhecerem ao Pai e também de outras que eram novas na fé firmarem raízes na igreja. Ficávamos mais perto de Deus, nossa intimidade com Ele era maior!
Crescemos vendo a igreja crescendo, a primeira apresentação que fizemos nem tinha taco no chão do salão superior, numa outra já tinha taco, mas não estava envernizado, na última tinha taco, palco e já estava tudo envernizado!
Apresentamos inúmeras vezes, conforme o tempo ia passando, novas apresentações surgiam! Dentro da comunidade no culto de louvor e adoração, no antigo intermediário e hoje ABCDeus, HipHop4GOD, festas do sorvete, Açaideiras, colégios...
Nossa primeira apresentação fora da comunidade foi no Colégio Cardeal Motta, onde o Marquinhos estudava e eu estudei depois. Ficamos na correria de fazer uniformes, compramos camisetas brancas e tintas pra tecido e fizemos nossas próprias camisetas na mão! Depois evoluímos e resolvemos mandar fazer os uniformes, dando início aos pontinhos laranja no meio do yakissoba: Shine in Box!
Estávamos em meio à colônia japonesa de São Paulo, onde o que importava era ser o melhor, dançar melhor e saber mais que o outro, mas podíamos mostrar que pro Pai, o que importava era o nosso coração! Com o nosso coração nEle, a nossa dedicação, esforço e crescimento eram apenas conseqüências!
Dividimos o palco e vestimos o mesmo uniforme muitas vezes, e com certeza Jesus estava no meio de nós! O palco não era espaço pra nossa dança, mas sim para o amor de Deus refletido em nós para aqueles que nos assistiam.
O Shine não era apenas o grupo de dança, mas um grupo de irmãos, uma grande família! Quando íamos sair juntos, a referência que era dada quando os pais ou tios da igreja perguntavam com quem íamos sair era: “- Vou sair com o pessoal do Shine!”. Tinham até gente de outras igrejas conosco.
Lembro que um grupão teve que se programar por conta de uma apresentação do Shine, não porque todos iam dançar, mas porque muitos queriam assistir!
Tudo parece que fluía bem, mas o tempo não parou, assim como nós não deixamos de crescer e envelhecer! Podemos dizer que o vestibular muda a vida das pessoas, afinal é quando escolhemos o que estudaremos e trabalharemos por um longo período da vida. Não foi diferente com a vida do Shine, adolescentes que iam ficando jovens, o tal do vestiba chegava e tínhamos que dedicar mais, ou começar a dedicar, nosso tempo aos estudos. Alguns tinham aulas aos sábados, enquanto outros já entravam na faculdade e também tinham novas prioridades. Talvez esse tenha sido o principal fator que iniciou o fim da nossa dança.
Paramos de dançar juntos, mas o Shine foi e continua sendo um ministério na vida de cada um que permanece na igreja. Ainda nos sentimos acolhidos dentro da igreja e acolhemos os que chegam, saímos juntos, damos risadas e conversamos, não porque dançamos, mas porque Cristo continua trabalhando nas nossas vidas e tem nos usado pra alcançar aqueles que ainda não O conhecem.
A dança ainda é paixão para alguns de nós, como eu, Renan e Peixa, por exemplo, continua fazendo parte na nossa vida, mas eu posso dizer por mim que já não tenho mais o mesmo fôlego e força de antes, como algum cara famoso já disse antes: perdi pro meu corpo.
O Shine talvez seja parecido com diversos grupos dentro da comunidade, sejam ministérios ou células de estudos, onde as pessoas estão juntas pelo sangue de Cristo Jesus, que morreu por cada um de nós e nos permite conhecer pessoas incríveis em lugares onde nos sentimos amados e acolhidos. Apesar de olharmos pra trás e podermos ver várias coisas maravilhosas e muito loucas, não fomos perfeitos, não éramos livre de tropeços. Erramos durante a nossa jornada, mas Deus sempre cuidou de nós, colocando pessoas pra nos darem o suporte necessário.
Esperamos que o Shine possa ser um exemplo a ser visto por outros grupos, mas que não terminem, por favor! Permitam que o amor do Pai flua na vida de vocês para que outras vidas possam ser resgatadas, que outras pessoas possam sentir o amor dAquele que nos amou primeiro.
Termino com um trecho da carta eletrônica de Nilton, que disse:
“Durou o tempo que devia durar, vieram as pessoas que deviam vir.”
Em Cristo,
Uma dentre as mais ou menos, provavelmente mais, 57 pessoas que passaram pelo Shine,
Phil
May God bless you all (:
Anyway, I know you don't wanna know that, right? Jajaja
About the title? Well, last sunday I shared with the church about the end of this ministry. Not easy to finish something you watched growing, lived with...
Shine Style still is part of my life, I still love dancing and I learned there! I'm not gonna write anything else today, just gonna copy the letter I wrote to the church (actually I wrote but with everyone helping me). After all, a video I made a couple of years ago, hope you enjoy it (:
Carta de Phil, representando a comunidade Shine Styliana, à Igreja Metodista Livre da Saúde:
“Para tudo há uma ocasião certa, há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu:
Tempo de nascer e tempo de morrer,
Tempo de plantar e tempo de colher,
Tempo de matar e tempo de curar,
Tempo de derrubar e tempo de construir,
Tempo de chorar e tempo de rir,
Tempo de chorar e tempo de dançar.”
Tempo de treinar e tempo de apresentar,
Tempo de dançar e tempo de se aquietar,
Mas sempre tempo de brilhar e nunca tempo de apagar.
Com Eclesiastes 3 podemos começar a explicar um pouco da história do Shine Style, assim como toda história teve começo, meio e fim. Mas não como um fim num livro que será fechado, guardado e esquecido, mas sim como o fim de um capítulo e o começo de outro. Como o primeiro livro do Harry Potter, onde o final da Pedra Filosofal apenas abre as portas para o início da Câmara Secreta.
Pensar que tudo começou sem querer, ainda lembro que num domingo uma tal de Keyla, que também se chama Panny nos finais de semana, me perguntando se queria aprender street dance! Quem imaginaria que a partir daí seria o início de uma história incrível?
Marquinhos, Digão e Massaki pensavam em algo parecido e começaram arrastando os móveis num quarto na casa do Knhz pra ter um espaço pra treinar, mas o início de tudo foi numa tarde de sexta-feira na IMeL, onde estavam Knhz, Digão, Massaki, Panny, Espelhinho e Sayuri, que tiveram a vontade de começar um grupo de dança por diversão e passar mais tempo juntos!
Começamos nos encontrando nos sábados às 10h da manhã na IMeL Saúde, não tínhamos noção do que iríamos encontrar! Não éramos todos exatamente íntimos, mas um pouco depois nos tornaríamos irmãos inseparáveis! Tudo podia acontecer durante a semana, mas aquele momento do sábado estava separado e nada podia tirar aquele tempo de nós! A dança foi um pretexto pra estarmos juntos, fazíamos o almoço e dávamos risadas, fomos ao parque Ibirapuera andar de bicicleta e fazer piquenique, treinar le parkour e mortal. Dentro da casa do Pai sentíamo-nos em casa, cada um sentia-se acolhido e, sem perceber, acolhia o irmão. Não nos sentíamos bem porque éramos legais, mas porque o amor de Deus era refletido na vida de cada um.
Talvez as primeiras intenções das pessoas que entravam no Shine não fossem as mais certas e talvez o foco não fosse Deus! Algumas vezes a pessoa nem conhecia Deus! Ir à igreja era uma rotina ou então não era nem uma rotina, era algo inexistente! Algumas pessoas nem eram tão fãs da dança, e mesmo assim, na imensa criatividade do Pai, mudanças eram feitas de maneira especial e singular em cada vida lá presente! Os que já O conheciam, mas estavam longe, eram trazidas mais pra perto dEle e os que ainda não O conheciam eram apresentados à Ele! E Deus usava as pessoas pra isso! Ele nos usava! Amigos eram usados pra apresentar um novo amigo que valia a pena: Jesus! Olha a honra, poder ser usado na obra do Pai e fazendo algo que nós gostávamos!
Os que eram novos na fé tiveram um espaço pra conhecerem mais um pouco da boa, perfeita e agradável vontade de Deus! Tornar-se mais íntimo do Criador, poder entender mais do amor dAquele que nos amou primeiro! Conhecer pessoas que num futuro próximo seriam irmãos na caminhada, que nos levantariam se caíssemos!
Passamos por momentos de turbulência, troca de líderes e conflito de mentes pensantes. Éramos adolescentes, não queríamos que cuidassem de nós, achamos ser independentes e capazes de superar aquilo sem a mão dos adultos. Olho pra trás hoje e vejo que erramos, eu como líder na época, errei. Olho pra trás e vejo que nunca fomos cortados pela igreja, mas sempre cuidados. O amor do Pai era tão grande que pessoas que nem dançavam se levantaram para cuidar dos Seus filhos, saíram de suas zonas de conforto pra cuidar dos amados filhos de Deus! Imaginem, o que o Hugo e o Nilton estavam fazendo no meio daquele monte de adolescentes dançantes? Eu jamais poderia acreditar que aquilo fosse nos ajudar, mas ajudou! E eles não estavam lá porque eram mais crentes ou mais gospel que a gente, mas porque o Pai os colocou lá! Foi o primeiro ministério em que se envolveram dentro da Saúde, e mesmo com as muitas idades de distância, foram acolhidos!
Hoje podemos ver frutos vivos desse trabalho na comunidade, foi tempo de pessoas conhecerem ao Pai e também de outras que eram novas na fé firmarem raízes na igreja. Ficávamos mais perto de Deus, nossa intimidade com Ele era maior!
Crescemos vendo a igreja crescendo, a primeira apresentação que fizemos nem tinha taco no chão do salão superior, numa outra já tinha taco, mas não estava envernizado, na última tinha taco, palco e já estava tudo envernizado!
Apresentamos inúmeras vezes, conforme o tempo ia passando, novas apresentações surgiam! Dentro da comunidade no culto de louvor e adoração, no antigo intermediário e hoje ABCDeus, HipHop4GOD, festas do sorvete, Açaideiras, colégios...
Nossa primeira apresentação fora da comunidade foi no Colégio Cardeal Motta, onde o Marquinhos estudava e eu estudei depois. Ficamos na correria de fazer uniformes, compramos camisetas brancas e tintas pra tecido e fizemos nossas próprias camisetas na mão! Depois evoluímos e resolvemos mandar fazer os uniformes, dando início aos pontinhos laranja no meio do yakissoba: Shine in Box!
Estávamos em meio à colônia japonesa de São Paulo, onde o que importava era ser o melhor, dançar melhor e saber mais que o outro, mas podíamos mostrar que pro Pai, o que importava era o nosso coração! Com o nosso coração nEle, a nossa dedicação, esforço e crescimento eram apenas conseqüências!
Dividimos o palco e vestimos o mesmo uniforme muitas vezes, e com certeza Jesus estava no meio de nós! O palco não era espaço pra nossa dança, mas sim para o amor de Deus refletido em nós para aqueles que nos assistiam.
O Shine não era apenas o grupo de dança, mas um grupo de irmãos, uma grande família! Quando íamos sair juntos, a referência que era dada quando os pais ou tios da igreja perguntavam com quem íamos sair era: “- Vou sair com o pessoal do Shine!”. Tinham até gente de outras igrejas conosco.
Lembro que um grupão teve que se programar por conta de uma apresentação do Shine, não porque todos iam dançar, mas porque muitos queriam assistir!
Tudo parece que fluía bem, mas o tempo não parou, assim como nós não deixamos de crescer e envelhecer! Podemos dizer que o vestibular muda a vida das pessoas, afinal é quando escolhemos o que estudaremos e trabalharemos por um longo período da vida. Não foi diferente com a vida do Shine, adolescentes que iam ficando jovens, o tal do vestiba chegava e tínhamos que dedicar mais, ou começar a dedicar, nosso tempo aos estudos. Alguns tinham aulas aos sábados, enquanto outros já entravam na faculdade e também tinham novas prioridades. Talvez esse tenha sido o principal fator que iniciou o fim da nossa dança.
Paramos de dançar juntos, mas o Shine foi e continua sendo um ministério na vida de cada um que permanece na igreja. Ainda nos sentimos acolhidos dentro da igreja e acolhemos os que chegam, saímos juntos, damos risadas e conversamos, não porque dançamos, mas porque Cristo continua trabalhando nas nossas vidas e tem nos usado pra alcançar aqueles que ainda não O conhecem.
A dança ainda é paixão para alguns de nós, como eu, Renan e Peixa, por exemplo, continua fazendo parte na nossa vida, mas eu posso dizer por mim que já não tenho mais o mesmo fôlego e força de antes, como algum cara famoso já disse antes: perdi pro meu corpo.
O Shine talvez seja parecido com diversos grupos dentro da comunidade, sejam ministérios ou células de estudos, onde as pessoas estão juntas pelo sangue de Cristo Jesus, que morreu por cada um de nós e nos permite conhecer pessoas incríveis em lugares onde nos sentimos amados e acolhidos. Apesar de olharmos pra trás e podermos ver várias coisas maravilhosas e muito loucas, não fomos perfeitos, não éramos livre de tropeços. Erramos durante a nossa jornada, mas Deus sempre cuidou de nós, colocando pessoas pra nos darem o suporte necessário.
Esperamos que o Shine possa ser um exemplo a ser visto por outros grupos, mas que não terminem, por favor! Permitam que o amor do Pai flua na vida de vocês para que outras vidas possam ser resgatadas, que outras pessoas possam sentir o amor dAquele que nos amou primeiro.
Termino com um trecho da carta eletrônica de Nilton, que disse:
“Durou o tempo que devia durar, vieram as pessoas que deviam vir.”
Em Cristo,
Uma dentre as mais ou menos, provavelmente mais, 57 pessoas que passaram pelo Shine,
Phil
May God bless you all (:
“ A distância mais curta entre dois pontos pode ser a linha reta, mas é nos caminhos curvos que se encontram as melhores coisas da vida.“
ResponderExcluirLygia Fagundes Telles
dahora! eh nois!xD
ResponderExcluirÉ isso ae!
ResponderExcluir